Aviso (Publicado - Ser das cidades)
Fiz o que não tinha que fazer
quando não fiz o que tinha que fazer.
E de não fazer os afazeres
percebi os prazeres que aqueles escondem.
Os seres, com as aparências urgentes das obrigações,
tramitam entre o fazer-acontecer
e a impossibilidade do não-fazer,
enquanto aguardam os dias em que as urbes avisem
no meio da vida acontecendo:
Sorria, você está sendo!
Alex Moura.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
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