Do ilimitado (Publicado - Entre o quando e o quase)
A desenfreada necessidade
que se abate na sociedade
de que tudo faça sentido
tem somente apetite moral.
E é voraz, e a tudo consome,
que se dá até pena do homem
que ousar não pensar assim:
mentalidade limite
entre princípio, meio e fim.
Obedecer os valores, senhores,
pode ser só o ato de não valorar,
e a razão da experiência humana,
como um facho de luz,
que ilumina por fora o vagão
e se apaga antes do trem acabar.
Alex Moura.
domingo, 25 de outubro de 2015
Não sou dado a convenções
nem me inclino a homenagens,
mas não nego, é verdade,
que a surpresa foi tamanha,
daquelas que só quem ganha
é capaz de mensurar.
Fui lembrado por quem amo,
que conhecendo a resistência,
com uma doce inteligência
me venceu pedindo: aceita?
Feliz dia do poeta,
que não sou dado a desfeita.
Alex Moura.
nem me inclino a homenagens,
mas não nego, é verdade,
que a surpresa foi tamanha,
daquelas que só quem ganha
é capaz de mensurar.
Fui lembrado por quem amo,
que conhecendo a resistência,
com uma doce inteligência
me venceu pedindo: aceita?
Feliz dia do poeta,
que não sou dado a desfeita.
Alex Moura.
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