sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

De delírios tremo,
suporto o veneno que
me mata de não me matar.
Nunca fim! Nunca já! Nunca Foi!
Já não é, do tanto que não foi!
Do tanto que vai ser!
Do tanto que seria!
Futuro do Pretérito preterido
por um presente desagrego.

Alex Moura.

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