corto uma
veia
do meu
braço,
me
desconstruo
me
construindo.
roupagem
de muda,
cobra,
coleiro,
cobreiro
nobre
que me
desnuda.
sem
couro, pele,
sem pena,
pelo,
apelo ao
pelo
que me
cubra então.
tudo
passa
e nada
fica,
e me vem
à mente
a
obrigação
de ser semente
que não
se mente,
que
germina
sem ter
bom chão,
mas quem
não mente no final,
que
finalmente diga
se eu sou quem penso ser ou não.Alex Moura.

Nenhum comentário:
Postar um comentário