Ensaio sobre qualquer coisa.
Quem sou eu
Alex Moura
Ver meu perfil completo
Seguidores
Arquivo do blog
►
2009
(23)
►
julho
(23)
►
2011
(3)
►
junho
(3)
►
2012
(14)
►
março
(2)
►
abril
(1)
►
maio
(1)
►
junho
(1)
►
agosto
(2)
►
setembro
(4)
►
outubro
(1)
►
dezembro
(2)
►
2013
(1)
►
abril
(1)
►
2014
(34)
►
fevereiro
(1)
►
abril
(1)
►
maio
(2)
►
julho
(1)
►
setembro
(1)
►
outubro
(7)
►
novembro
(9)
►
dezembro
(12)
▼
2015
(67)
►
janeiro
(5)
►
fevereiro
(5)
▼
março
(9)
Estiagem Outro dia vendo a chuva cair, me dei con...
ébrio (Trombando em jeitos) há um mundo que não ex...
TOC A pé corro todas as sinapses do meu pensament...
meu caro você só temmais um diade vida suas última...
Tendo os ais em todas as noites supremas, são as f...
Até quando (Publicado - Entre o quando e o quase) ...
o mandante (trombando em jeitos) muito poema é arb...
Existe na ansiedade a atmosfera do quase, sensação...
Contemplação (Publicado - Entre o quando e o quase...
►
abril
(4)
►
maio
(12)
►
junho
(3)
►
julho
(7)
►
agosto
(4)
►
setembro
(10)
►
outubro
(4)
►
novembro
(4)
►
2016
(125)
►
janeiro
(12)
►
fevereiro
(6)
►
março
(14)
►
abril
(9)
►
maio
(24)
►
junho
(14)
►
julho
(8)
►
agosto
(2)
►
setembro
(11)
►
outubro
(13)
►
novembro
(10)
►
dezembro
(2)
►
2017
(58)
►
janeiro
(4)
►
fevereiro
(1)
►
abril
(8)
►
maio
(4)
►
junho
(5)
►
julho
(9)
►
agosto
(8)
►
setembro
(7)
►
outubro
(7)
►
novembro
(1)
►
dezembro
(4)
►
2018
(42)
►
janeiro
(4)
►
fevereiro
(3)
►
abril
(6)
►
maio
(3)
►
junho
(1)
►
julho
(9)
►
agosto
(4)
►
setembro
(3)
►
outubro
(5)
►
novembro
(3)
►
dezembro
(1)
►
2019
(50)
►
janeiro
(4)
►
fevereiro
(3)
►
março
(7)
►
abril
(11)
►
maio
(7)
►
junho
(3)
►
julho
(6)
►
agosto
(3)
►
setembro
(2)
►
novembro
(1)
►
dezembro
(3)
►
2020
(31)
►
janeiro
(7)
►
fevereiro
(2)
►
março
(2)
►
abril
(6)
►
maio
(1)
►
julho
(3)
►
agosto
(1)
►
setembro
(4)
►
outubro
(3)
►
novembro
(1)
►
dezembro
(1)
►
2021
(5)
►
janeiro
(2)
►
fevereiro
(2)
►
junho
(1)
quinta-feira, 12 de março de 2015
TOC
A pé
corro todas as sinapses
do meu pensamento,
e no ápice percorro
o caminho de volta,
e só corro com o pedido
de socorro na mão.
Alex Moura.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário