das lembranças (trombando em jeitos)
Considerando o relativismo,
prefiro falar do lado bom
da saudade.
Linha-rizoma de tempo
que reserva a determinados momentos
urgências de felicidade.
Eu,
estranho no ninho,
peixe fora d'água,
não nego o prazer do momento,
mas ele existe em si e acaba,
no entanto,
mais do que seu instante,
limite que não avança,
prefiro a eterna saudade
do bem-estar que me ficou na lembrança.
Alex Moura
terça-feira, 5 de abril de 2016
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