quinta-feira, 31 de março de 2016

Paradoxo (Publicado - Entre o quando e o quase)

Tempos perpétuos passageiros
que sempre chegam ao infinito.
Demoram-se tão rapidamente
que todos os seus nenhum minutos
duram mais de sessenta segundos imediatos.

Ora tudo demora.
Ora tudo é tão rápido.

Espaço, dê espaço ao tempo,
que ele quer, só por um momento, demorar.

Cedo ou nunca;
Agora ou tarde;
é sempre questão de perspectiva.

Alex Moura

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