Um mundo que dorme, inteiro,
não sei se por vício ou necessidade;
ouço a língua dos segundos
enquanto pergunto-me o que faço aqui.
Esta noite tem cheiro de futuras pálpebras pesadas,
humor dos piores, inversão de valores, inversão de horários.
Amanhã dormirei quando quiser acordar,
e passo a noite escrevendo
enquanto embalo o sono do mundo.
Alex Moura
terça-feira, 28 de julho de 2009
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