Não! Não me culpe por isso,
eu abri o meu peito ao bem-estar,
não aproveite para infrincar o punhal.
O meu tempo não é o seu tempo,
e o seu não é também o meu.
Cobraste-me caro, todo um dia
por algumas horas que tirei para mim.
Não! Não me culpe por isso,
às vezes me sinto tão preterido
que preciso masturbar o meu ego.
Alex Moura
terça-feira, 28 de julho de 2009
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