A mercê da vontade do mundo
eu que não era mais mundano
igualei-me de novo, velhas idéias,
sem brilho, sem espírito, pouca
leitura, pouca cultura.
Uma indolência que sempre foi
minha e eu sempre brinquei de
não tê-la; adio inícios, adio os
planos: - podem ficar pra amanhã.
Eu tenho um amanhã enorme,
sempre cabem os meus adiamentos.
Alex Moura
terça-feira, 28 de julho de 2009
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