terça-feira, 28 de julho de 2009

Vida contínua

A mercê da vontade do mundo
eu que não era mais mundano
igualei-me de novo, velhas idéias,
sem brilho, sem espírito, pouca
leitura, pouca cultura.

Uma indolência que sempre foi
minha e eu sempre brinquei de
não tê-la; adio inícios, adio os
planos: - podem ficar pra amanhã.

Eu tenho um amanhã enorme,
sempre cabem os meus adiamentos.

Alex Moura

Nenhum comentário:

Postar um comentário